Quando tudo começou, o We Hate Shopping era muito mais fechado do que é hoje, no bom
sentido da palavra. Era só um evento. Sem perceber ainda o que estava construindo.
Depois de 5 anos, não somos mais só um evento. Construímos uma comunidade de marcas
que trocam todos os dias. Fomos capazes de reunir mais de 300 marcas ao longo dos anos,
e com essa união surgiram novos eventos, parcerias, collabs, trocas de fornecedores, dicas
e muito mais.
Como evento, assumimos a responsabilidade de, nesses três dias em que reunimos nossos
parceiros, fornecer a melhor estrutura possível. Seja para vendas, conexões ou encontros
com clientes. E para essa edição, fomos atrás de algo ainda maior.
Nos bastidores do We Hate Shopping, trabalhamos que nem formiguinhas construindo uma
rede de contatos. Não necessariamente de CEOs de grandes empresas, mas fomos
conhecendo pessoas que entendem nosso trabalho e têm vontade de ajudar.
Foi em um sábado qualquer, conversando com alguém que nem tinha como ajudar
diretamente, mas que tinha uma visão similar à nossa, que comentamos sobre alguns
problemas com maquininhas de cartão que enfrentávamos nos eventos.
E aí a rede fez o seu trabalho.
Essa pessoa nos passou o contato de outra, que nos direcionou para outra, e algumas
pessoas depois, chegamos até alguém disposto a nos ajudar dentro da InfinitePay, que
oferece a melhor opção de pagamento do Brasil.
O Luã, nosso contato lá dentro, se mostrou muito interessado no projeto. E então ele fez o
que a gente nem achava que era possível: tornou a InfinitePay o método de pagamento
oficial do We Hate Shopping.
A InfinitePay vai disponibilizar maquininhas gratuitamente para todas as expositoras, com a
menor taxa do mercado. E não só isso, teremos um café da manhã exclusivo nos três dias
de evento, fornecido pela Dona Celina, que tem os melhores pães de queijo de São Paulo.
Mas o que essa história toda nos ensinou vai muito além de uma maquininha ou de um café
da manhã.
Vivemos num mercado que muitas vezes trata pequenos negócios como mercado
secundário. Até acham a ideia legal, mas não o suficiente para investir e se movimentar
para ajudar.
O que a InfinitePay fez foi o oposto disso. Eles olharam para uma comunidade de mais de
300 marcas independentes e enxergaram valor.
Isso importa mais do que parece. Porque quando uma empresa grande decide apoiar quem
está construindo algo com as próprias mãos, ela não está só fechando um contrato, ela está
reconhecendo que existem empresas bem estruturadas além das gigantes do mercado.
Que essas marcas importam e têm sim potencial.E pra gente, que passou cinco anos acreditando nisso antes de qualquer outra pessoa, é
gratificante ver que outras pessoas também es